quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Boliche!

Em 2011, 4 grandes nomes da Comunicação Social e Marketing gaúchos se reuniram para praticar um esporte que traduz, em sua sigularidade, a sociedade humana: o Boliche. Alessandra Pedro, Fátima Rama, João Colombo e Luís Maffini mostram toda a sua habilidade neste esporte e mostram que, definitivamente, são ótimos marketeiros...


Editado por mim. Sim, eu sou bom nisso.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Idade das Trevas ou Gado Humano

Longe de ser um homem de meia idade, sinto que estou entrando na minha idade média: intolerante, inquisidor, autoritário, mas não gosto disso. Eu queria inspirar as pessoas a fazer coisas boas,  ouvir as partes e poder conciliar a opinião de todos. Entretanto, percebo que a democracia simplesmente não funciona em alguns lugares e algumas pessoas precisam ser guiadas como gado para se ter algum proveito.

A democracia, para ser efetiva, necessita de educação e cultura. Sem isso as pessoas não sabem o que dizer ou porque dizer; não sabem o que querem, para onde vão ou pelo que lutar; apenas reagem quando sentem medo. E não falo de uma nação inteira, tampouco de uma cidade, falo de pequenos grupos, como colegas de aula, de trabalho, de convívio familiar e vizinhos.

"Uma andorinha só não faz verão" e, sozinho, ninguém leva um grupo ao próprio iluminismo. A aristocracia clássica, formada por intelectuais magistrados, filósofos e os mais preparados, também não funciona, a não ser que haja punição; portanto, a força é, ainda, a única solução. Como diria o Dr. Crane (Espantalho), das histórias do Batman, o Medo é o que leva o ser humano a tomar decisões na vida: casa-se porque tem medo de ficar sozinho, tem filhos porque tem medo de morrer e ser esquecido; e assim por diante... o próprio Batman reconhece isso e usa o medo dos seus inimigos contra eles mesmos.

Como guiar pessoas para fazer algo simples? "Seja líder, ao invés de chefe..." diria O Monge e o Executivo. O Chefe manda, o Líder inspira. No entanto, acredito que isso só funcione se as pessoas tiverem um mínimo de conhecimento e cultura, pois, do contrário, só agem como gado: mugem, mugem, e não fazem nada, até que alguém provoque o medo nelas.

Espero estar equivocado sobre o que expus acima e que possa encontrar um meio de tolerar a ignorância à minha volta. Até lá, sigo "chutando o balde" e "dando no meio" de quem for para que a coisa certa seja feita.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Rapsódia

Em algum lugar entre a meia-noite
e cinco minutos antes de eu decidir
que não te queria mais

Em algum tempo até chegar
a luz da estrela mais distante
Eu decidi te amar até o fim

Você foi para você
aquilo que eu não pude ser para mim

eu queimo

e do meio desta montanha de névoa
eu vejo os contornos perfeitos
e fico pensando o que fazer
quando sair deste lugar

Se danço com Natasha
ou se vou com Johnny caminhar.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Angústia, Dor, Pesar

Angústia, dor, pesar.
Sei que estou certo,
mas por quê a culpa?

O passado me assombra.
Tenho essa maldição
que chamam memória.

Lembro de tudo
e tudo me lembra alguma coisa.
Dor, dor, dor!
Angústia, dor, pesar...
Sei que estou certo,
mas por quê a culpa?

Não há culpa.
Não há solução.
Escuto uma voz:
Aguenta, tu pediste por isso.

Escuto um lobo a uivar.
Ele sente angústia, dor, pesar,
mas ele sabe que está certo!

Sou um lobo.
Aprendo, caço, ensino,
mas carrego angústia, dor, pesar...

Sei que estou certo,
sem culpa!

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